quarta-feira, 6 de maio de 2009

Abatidas 200 a 300 mil focas ano com princípios rigorosos????

Imaginem se a caça não se procedesse sob "princípios rigorosos de bem estar animal"...só pode ser brincadeira...

"A decisão tomada ontem pela União Europeia (UE) de proibir a importação de produtos de foca pode custar ao Velho Continente uma queixa na Organização Mundial do Comércio. O Canadá criticou que a posição europeia assenta em razões políticas e sentimentais.

A partir do Verão de 2010, tudo o que tenha a ver com focas, desde luvas a cápsulas Ómega 3, não poderá ser comercializado na União Europeia. Este embargo às importações está em risco de gerar tensões nas relações comerciais com o Canadá. Ontem, o Governo lamentou a decisão europeia e expressou uma “profunda desilusão”. Não obstante, a cimeira União Europeia-Canadá realizada hoje em Praga não saiu beliscada e o seu propósito foi mesmo alcançado: promover a abertura de novos mercados e combater o proteccionismo.

Mas a ameaça canadiana de levar a UE à OMC não causou surpresa. Na verdade, Otava já tinha avisado antes que isto iria acontecer caso a moratória europeia avançasse sem incluir uma excepção para o Canadá e qualquer país que oriente esta caça por princípios rigorosos.

Ontem, o ministro canadiano do Comércio Internacional, Stockwell Day, garantiu em comunicado que “a caça à foca é orientada por princípios rigorosos de bem-estar animal”, citou o jornal “International Herald Tribune”.

“Iremos à OMC porque é claro nas regulações da OMC que se um país quiser proibir os produtos de outro país deve ter razões científicas e médicas aceitáveis para o fazer. E esta proibição europeia não está baseada na ciência pura”, comentou Day, citado pelo “Calgary Herald”. A votação europeia assentou mais na emoção do que em factos porque se baseou em práticas de há 40 anos.

A ministra das Pescas canadiana, Gail Shea, também manifestou o seu descontentamento, alegando que a decisão teve “motivos políticos”.

Tecnicamente, a moratória europeia precisa ainda da aprovação dos 27 Estados membros mas isso é tido como mera formalidade porque os ministros já aceitaram a medida.

A caça no Canadá, na Costa Este, é a maior do género no mundo. Por ano são abatidas entre 200 mil e 300 mil focas da Gronelândia (Phoca groenlandica).

Actualmente, a Dinamarca e Itália são os maiores importadores de pele de foca.

A acontecer, esta não será a primeira vez que a UE enfrenta uma queixa na OMC do Canadá. Em 2002, Canadá e os Estados Unidos e a Argentina apresentaram uma queixa por causa das restrições aplicadas pelos Quinze em matéria de produtos transgénicos."

Fonte: jornal "Publico"

Esta moratória só peca mesmo por tardia!

Manifestação pelo circo sem animais.

"Esta quinta-feira, dia 7 de Maio, pelas 14h.

Em frente à Assembleia da República.

Com a presença de

Nuno Markl

Karley Aida

artistas circenses

Contamos consigo!

Catarina Gouveia

(Departamento de Educação)"


www.lpda.pt


terça-feira, 5 de maio de 2009

Pascani - Roménia, um campo de concentração animal!


Quando achamos que já vimos tudo, eis que aparece algo de verdadeiramente chocante, um inferno na terra para dezenas de animais abandonados. Falo de um abrigo/ canil da localidade de Pascani, na Roménia, para onde são recolhidos cães abandonados, neste canil não se pratica a eutanásia, por sua vez, deixam-se os animais morrer à fome, ou por outra, comerem-se vivos, tal é o desespero! Morrem de todas as formas, menos de forma digna...

A quem tiver como ajudar , se tiver conhecimentos a nível internacional, nomeadamente a PETA, por favor, usem os mesmos e divulguem, alertem e solicitem ajuda para estes pobres sofredores.

É sobretudo uma questão de humanismo!


Podem testemunhar a realidade da situação aqui - Adapost - Pascani ou - Antena 3 Roménia

Nota: As imagens são chocantes...

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Portugal vai ter o maior laboratório de cobaias

Estamos sempre a liderar no que ao que pior se faz pelo mundo, que vergonha sinto eu do meu país!...

"Equipamento, com capacidade para criar 25 mil animais de laboratório, conta já com oposição
2009-04-20

FÁTIMA MARIANO

Na Azambuja vai ser construído um dos maiores biotérios da Europa, com capacidade para criar 25 mil animais para serem usados em experiências científicas. Só estará pronto em 2011, mas os protestos já começaram.

A ideia partiu da Fundação Champalimaud, mas logo colheu o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian e da Universidade de Lisboa, que se tornaram parceiros. O biotério vai ser construído na zona industrial da Azambuja, num terreno com três hectares de área cedido pela Câmara Municipal, e deverá estar pronto em 2011, embora, de acordo com fonte da Fundação Champalimaud, o projecto ainda não esteja concluído.

O equipamento terá capacidade para cerca de 25 mil gaiolas, nas quais serão criadas ratos, coelhos, insectos e peixes-zebra, a utilizar em experiências científicas de laboratórios portugueses e estrangeiros. E é aqui que reside o principal ponto de contestação.

João Pedro Santos, porta-voz da Plataforma de Objecção ao Biotério, refere que "numa altura em que a União Europeia legisla no sentido de tendencialmente diminuir os contributos para a experimentação animal, estar a construir um biotério em Portugal é um claro retrocesso científico".

Este movimento tem marcado para quarta-feira, em Lisboa, debates sobre a experimentação animal e para sexta-feira, Dia Mundial do Animal de Laboratório, uma marcha de protesto entre a rotunda do Saldanha e a Fundação Calouste Gulbenkian. Está ainda a promover uma petição on-line que será posteriormente entregue ao Governo.

A Plataforma - que reúne cientistas das mais diversas áreas, médicos veterinários e psicólogos - invoca vários estudos mundiais que contrariam a experimentação animal para validação científica. "Só 8% dos animais utilizados em em experiências acabam por ser validados para estudos em medicina e farmácia. Os restantes 92% são mortos de uma forma atroz".

Os membros deste movimento defendem a utilização de métodos alternativos de validação científica, como as células in vitro ou softwares simuladores. Mas a mesma fonte ligada aos promotores explica que "em muitas situações, ainda não é possível a utilização desses métodos alternativos" e que os animais a criar no biotério serão utilizados "apenas para experiências científicas que visem a melhoria da qualidade de vida das pessoas".

Um dos locais de destino dos animais será o Programa de Neurociências da Fundação Champalimaud, liderado por Rui Costa, neurocientista português há vários anos a trabalhar na área da neurobiologia da acção nos EUA. Neste centro de investigação serão criados novos modelos de doenças, nomeadamente, cerebrais e neurológicas.

Os promotores não excluem a possibilidade de venderem animais para fora. "Se houver interesse, não faz sentido que não forneçamos os animais". Este é também um ponto que merece a crítica da Plataforma. "Na Europa já há legislação e alguma sensibilidade para a questão do bem-estar animal, mas noutros países, nomeadamente em África, não existe", frisa João Pedro Santos. "Além de que os dinheiros públicos estão a ser utilizados num projecto privado que tem fins comerciais".

A construção do biotério está estimada em cerca de 36 milhões de euros, mas apenas 9 milhões serão privados. Os restantes 27 resultam de fundos comunitários que o Governo canalizou para as regiões do Oeste e Lezíria como compensação pela deslocalização do novo aeroporto de Lisboa."

Fonte:JN

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Regulamento de Animais do Município de Sintra

...Mais um passo em frente e algo me dizia que Sintra, ia ser pioneira, no que aos direitos dos animais diz respeito, um bem haja, a quem fez aprovar este regulamento e à Drª Alexandra, responsável veterinária pelo canil municipal de Sintra, que tem em mãos um trabalho árduo, mas que não desiste e luta sempre com coragem contra a maré, para mim, isso sim é exercer uma profissão por vocação, tem portanto a minha admiração!


"A
Assembleia Municipal de Sintra aprovou no passado dia 23 de Abril o Regulamento de Animais do Município de Sintra, através do qual a autarquia se compromete com a promoção do bem-estar animal no Concelho.


Entre as medidas aprovadas está uma proposta do Bloco de Esquerda onde se defende que o apoio institucional ou a cedência de recursos por parte da autarquia para a realização de espectáculos com animais (incluindo touradas e circos com animais) fica condicionado pela não existência de actos que inflijam qualquer sofrimento físico ou psíquico, lesionem ou provoquem a morte de animais.

Uma vez que não existem infra-estruturas fixas que permitam a realização destes espectáculos em Sintra, isto significa que não será mais dada a autorização a nenhum tipo de eventos deste tipo. Esta proposta foi aprovada pela maioria dos deputados presentes (BE, PS e Coligação Mais Sintra), contando com a oposição da CDU e de alguns eleitos do PS e Coligação Mais Sintra.

Este importante regulamento incluí ainda, desde a sua versão original, importantes artigos que atribuem protecção especial a grandes símios, que obrigam à identificação por microchip dos gatos (que ainda é apenas obrigatória cães nascidos depois de 2007), ou que promovem a criação de parcerias entre o Canil/Gatil Municipal e outras entidades.

A Acção Animal e a LPDA, a pedido da Câmara Municipal de Sintra, enviaram as suas contribuições para este Regulamento, incluindo as propostas da Acção Animal para proibir as touradas e dificultar a realização de circos que usassem animais dentro deste município, o que contribuiu para este desfecho favorável aos animais.

A Acção Animal congratula-se com a aprovação tanto deste regulamento proposto pelo executivo da Câmara como das alterações propostas pelo Bloco de Esquerda, por estabelecerem com clareza uma recusa no apoio a espectáculos baseados no sofrimento físico e psicológico dos animais e por colocar Sintra como um dos municípios portugueses mais avançados relativamente à protecção e respeito pelos animais não humanos."



Acção Animal
geral@accaoanimal.com
www.accaoanimal.com
Pelo direito à vida Animal
In Defence of Animal Rights

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Políticas de Igualdade

Foto: (c) Hugo Tinoco


"Todos os animais sencientes (incluindo os da espécie humana) têm grandes diferenças entre si, mas partilham uma igualdade naquilo que lhes é mais fundamental - o interesse em viver sem sofrimento.

Contributo de Hugo Evangelista (biólogo) e Ricardo Coelho (economista)

Como a nossa interacção com as restantes espécies de animais sencientes não se limita apenas ao cão abandonado na rua ou ao gato que temos em casa mas muito mais, urge darmos respostas que incluam e se aproximem desta necessidade de respeitar todos os seres sencientes que partilham connosco o planeta.

Esta deve ser uma resposta que não pode ser nem 1) antropocêntrica, ou seja, não pode optar por ter em consideração os interesses dos animais de forma parcial e especista, nem 2) fetichista pelo sofrimento dos animais, ou seja, não pode reduzir-se a manifestar-se contra a exploração dos outros animais sensientes, enquanto descura a exploração dos seus semelhantes, levando ao ridículo de um cenário de “capitalismo vegano”. Devemos dar uma resposta que demonstre respeito por todos os animais sencientes e que não permita a subjugação dos seus interesses aos interesses económicos. Faz sentido, por isso, que Mahatma Ghandi tenha dito um dia que “a grandeza de uma nação pode ser julgada pelo modo como os seus animais são tratados.”

A exploração pecuária mostra uma outra face da realidade do modelo capitalista. Na União Europeia, cada cabeça de gado é subsidiada em mais de 2€ por dia. Este valor excede o rendimento diário de 2/3 da população mundial. Nada justifica tal apoio, uma vez que o consumo de carne em Portugal é excessivo, a produção de gado é a principal causa da desertificação e da poluição dos rios e contribui mais para as alterações climáticas que o sector dos transportes. Se a roda dos alimentos aconselha a que 5% das calorias que se ingerem venham da carne, peixe e ovos e se em Portugal a dieta real atinge os 15% nesta categoria, porquê atribuir 40% dos subsídios a este sector, com todas as consequências graves para a saúde pública, ambiente e bem-estar animal?

Da parte do governo só existe indiferença e falta de seriedade pelo tema. Tem protelado na elaboração de uma prometida lei de protecção dos animais que puna actos de violência injustificada contra animais. Graças à ASAE é que explorações pecuárias ilegais têm sido encerradas, mas tal é feito sempre por motivos alheios ao bem-estar animal. De resto tem havido uma total inoperância e cumplicidade na continuação das terríveis condições em que os animais são usados e abusados todos os dias.


Este é um contributo para um debate que já deu pequenos passos dentro do Bloco de Esquerda, servindo para lançar propostas que, podendo não satisfazer totalmente todas as vontades, certamente são possíveis e desejáveis a curto e médio prazo.

Animais de companhia

1) Todos os cães e gatos têm de receber microchip (apenas é obrigatório em cães que tenham nascido depois de 2008);

2) Criação de base de dados única dos dados destes microchips, que permita fácil e rápida consulta e introdução de dados pelos Médicos Veterinários Municipais através da internet. Actualmente existem 3 bases de dados com graves lacunas, o que impede a devolução de um animal perdido ou roubado ou a punição de quem tenha abandonado o seu animal;

3) Esterilização de todos os animais adoptados nos canis / gatis municipais. Estas esterilizações devem ser feitas no próprio espaço do canil / gatil ou, na ausência de condições apropriadas, em clínicas veterinárias locais através de protocolos;


4) Criação de um pacote legislativo de protecção aos animais de companhia que acabe com a ineficácia da actual legislação que é dispersa, confusa e incompleta.

Animais no entretenimento


1) Fim do uso de animais não-humanos nos circos, tanto selvagens como domésticos, promovendo a qualificação de profissionais do novo circo, já referido no texto de Luísa Moreira (secção de Cultura);

2) Apoiar a requalificação de praças de touros fixas com pouca ou nenhuma utilização em espaços culturais livres de touradas (como aconteceu com a criação de um Centro de Ciência Viva em Viana do Castelo);


3) Proibição de rodeios.


Experimentação animal


1) Criação de um banco de cérebros em Portugal para promover uma investigação científica séria, eficaz e segura na área das Neurociências (como Alzheimer e Parkinson), acabando com o sacrifício de centenas de animais por ano;


2) Eliminar parte da criação de animais usados no ensino, promovendo protocolos com Câmaras Municipais, clínicas veterinárias, etc..., para uso de cadáveres de animais.

Alimentação


1) Fim da produção de ovos por galinhas de bateria (criação intensiva) promovendo a transição para produção de ovos “free-range” (criação extensiva).


2) Subsidiar alimentos que promovam a saúde e as necessidades da população portuguesa e não os interesses dos produtores.


Outras

1) Criação de um santuário preparado para receber animais domésticos e selvagens, de forma a impedir que, por falta de espaços, seja dada a guarda dos animais a quem os maltratou ou negligenciou.


2) Incluir as associações de protecção de animais na lei do mecenato, tal como já acontece com organizações de defesa do Ambiente e outras.


3) Proibição da criação de chinchilas, coelhos, raposas ou martas para pêlo.
"

Políticas de Igualdade - Bloco de Esquerda

terça-feira, 17 de março de 2009

Leões de zoos europeus são libertados em reserva na África do Sul

Exemplo que o Jardim Zoológico de Lisboa poderia seguir...

"Eles nunca conheceram a vida selvagem. Agora, terão aulas de natureza em um santuário.

Leões que moravam em diferentes zoológicos europeus foram levados para uma reserva localizada na África do Sul.

De agora em diante, as leoas Bonnie (abaixo), oriunda da Áustria, e Aurica, da Romênia, aprenderão a viver com seus novos companheiros --entre eles, o leão Octavian e a leoa Suga.

Bonnie foi solta em sua nova casa, localizada na África do Sul, na última sexta-feira

Eles vão passar por um período de adaptação no santuário de grandes felinos Lions Rock, em Bethlehem.

Os animais --sete ao todo-- terão um espaço maior para viver.

A ação foi realizada pela organização não-governamental Four Paws (Quatro Patas)."

Folha Online

domingo, 15 de março de 2009

Sensibilização à esterilização e contra o abandono de animais

A Câmara Municipal de Valongo desenvolve e promove este vídeo em função da esterilização, como prevenção ao abandono de animais domésticos e excesso populacional de animais errantes.

Proibição de manutenção e utilização de animais em Circos

"O Bloco de Esquerda apresentou recentemente na Assembleia da República um projecto de resolução a recomendar ao Governo que proíba a manutenção e utilização de animais selvagens em circos.

Pode ler este projecto resolução aqui:
www.accaoanimal.com/site/images/stories//projresbecircos.pdf

Segundo as declarações deste partido "propomos a proibição da manutenção e utilização dos animais selvagens nos circos, prevendo um período máximo de 3 anos para que as espécies sejam reconduzidas a locais apropriados à sua permanência, de acordo com as suas características e necessidades físicas e comportamentais."

Apesar desta proposta não incluir animais domésticos, esta vai no sentido do fim do uso de animais no circo e por isso a Associação Acção Animal não pode deixar de congratular esta corajosa iniciativa, de defender a sua aprovação e apelar a todos os defensores dos animais que peçam aos restantes partidos políticos que também a votem favoravelmente.

Segue me baixo uma sugestão de mensagem que deve enviar ao Primeiro-Ministro e partidos com assento parlamentar pedindo que todos apoiem este importante projecto de resolução.

Por favor, envie a sua mensagem para: pm@pm.gov.pt; gp_ps@ps.parlamento.pt; gp_psd@psd.parlamento.pt; gp_pcp@pcp.parlamento.pt; gp_pp@pp.parlamento.pt; PEV.correio@pev.parlamento.pt; geral@accaoanimal.com


Exm.º Senhor Primeiro-Ministro,
Exm.º Senhor Presidente do Grupo Parlamentar do Partido Socialista,
Exm.º Senhor Presidente do Grupo Parlamentar do Partido Social Democrata,
Exm.º Senhor Presidente do Grupo Parlamentar do Partido Comunista Português,
Exm.º Senhor Presidente do Grupo Parlamentar do CDS - Partido Popular,
Exm.ª Senhora Presidente do Grupo Parlamentar do Partido Ecologista "Os Verdes",


Tomei conhecimento que o Bloco de Esquerda apresentou na Assembleia da República um projecto de resolução a recomendar a proibição da manutenção e utilização de animais selvagens em circos, prática que é incompatível com as crescentes preocupações internacionais e nacionais com a preservação das espécies selvagens e dos seus habitats e com o bem-estar dos animais usados nestes espectáculos.

Pode ler este projecto resolução aqui:
www.accaoanimal.com/site/images/stories//projresbecircos.pdf

Este projecto de resolução vem em seguimento de uma crescente vontade popular em impedir o uso e abuso de animais neste tipo de espectáculos de entretenimento expressa, por exemplo, na petição "Os animais não são palhaços" entregue na Assembleia da República e que será brevemente levada a plenário.

Venho, por isso, pedir que V. Ex.as não deixem de dar a importância necessária a esta proposta, aprovando-a ou fazendo outras propostas ainda mais corajosas no sentido de respeitar o direito ao bem-estar e à liberdade de todos os animais usados em actividades
Ficando na expectativa de uma resposta de V. Ex.as e agradecendo antecipadamente a atenção dispensada à presente mensagem,

Os meus cumprimentos,
Nome
Localidade
Data"


Acção Animal
geral@accaoanimal.com
www.accaoanimal.com

"Portugal é para todos"

"Na sequência do desafio de elaboração de propostas de actuação para os municípios pelo jornal Expresso a fim de melhorar a sociedade, a enviar até ao Dia 25 de Abril, a ANVETEM preparou o seguinte texto, aberto às Vossas sugestões: Propostas de actuação para os municípios

Uma ideia para construir uma sociedade mais solidária:

"Os Municípios poderiam ter um papel mais proactivo na defesa e protecção dos animais, na luta contra o seu abandono, maus-tratos e violência de toda a ordem. Uma sociedade mais solidária passa, sem dúvida, pelo respeito pelos seres vivos que não podem, sozinhos, proteger-se de uma realidade que lhes é cada vez mais hostil e agreste. OS MUNICIPIOS PODERÃO, SEM DÚVIDA, FAZER A DIFERENÇA - dotação de estruturas mais modernas e adequadas que respeitem as normas de bem-estar animal (canis/gatis), disponibilização de autoridades sanitárias veterinárias concelhias cada vez mais atentas aos maus-tratos, ao abandono e violência em animais, em verdadeiros programas de controlo em cada Concelho, promoção de programas de esterilização de animais vadios ou errantes, divulgação e apoio a programas de ADOPÇÃO de animais a partir de canis/gatis municipais, incentivo a operadores que permitam a entrada de animais, desde que cumprindo as normas legais e acompanhados pelos seus donos, criação de espaços de lazer nos Concelhos, que possam ser usufruídos pelos donos com os seus animais, programas de informação, educação e sensibilização massivos nas Escolas, a começar pelo pré-escolar sobre estas temáticas, criação, nos regulamentos municipais, de coimas pesadas para aqueles que maltratam e abandonam animais, e tanto mais se poderá fazer!"

ANVETEM"

terça-feira, 10 de março de 2009

Adopte Animais no canil municipal de Sintra!


São vários e de diferentes raças os muitos animais que se encontram no extremamente lotado Canil Municipal de Sintra, este canil não pratica a política de abate de animais, mas momento chega em que o canil não pode suportar em termos de espaço e custo a manutenção de tantos cães e gatos, recolhidos nas ruas de um concelho de enorme dimensão e que abandona os seus animais ao nível da sua proporção.



Se tem condições para isso, adopte um destes animais, porque sem a sua responsável ajuda, estarão condenados!




Se não pode adoptar, DIVULGUE, estes amigos de 4 patas!

Conheça os animais que se encontram no CANIL MUNICIPAL DE SINTRA AQUI!!!

Hipocrisias à portuguesa

"A Assembleia de República aprovou um voto de pesar, com o consequente minuto de silêncio, pela morte de Nino Vieira.
Mário Soares tinha razão quando dizia que os homens violentos tinham mortes violentas.
O entreposto de negócio sujo em que a Guiné se transformou talvez devesse inspirar uma pausa sensata na hipocrisia diplomática do nosso Parlamento.
Pelos vistos, não."

Pedro Rolo Duarte in PRD, 10MAR09

quinta-feira, 5 de março de 2009

...os dias de hoje...

"Esta crise não é igual às outras, para passar daqui a uns meses e voltar tudo ao que era dantes. Esta crise é bicho mais raro e impiedoso.
Esta é daquelas que vem para nos demonstrar que os fundamentos da nossa realidade estavam errados. Nenhuma destas crises (o Pânico de 1873, a Grande Depressão de 1929, a estagnação de que o Japão ainda não saiu) é igual às outras, salvo num pormenor: quando uma crise destas ocorre, não saímos como entrámos.
Muda a nossa relação com o trabalho, mudam os planos que fazemos para a nossa vida, muda até a maneira como nos encaramos uns aos outros."

Blogue de Rui Tavares

terça-feira, 3 de março de 2009

"Não à sorte de varas nem aos touros de morte nos Açores "

"Apelo a todos os cidadãos e cidadãs e a todas as organizações ambientalistas/ecologistas e de defesa dos animais

Depois de várias tentativas frustradas de introduzir na ilha Terceira corridas picadas e touros de morte, tem-se assistido nos últimos anos a uma imposição das touradas à corda em ilhas onde não há qualquer tradição, como Santa Maria ou São Miguel, com a conivência ou apoio governamental ou autárquico.

Numa altura que as vozes de sempre aproveitando a revisão constitucional de 2004 e o novo Estatuto Político dos Açores, se preparam para fazer aprovar, na Assembleia Legislativa Regional, legislação que legalize a sorte de varas e depois os touros de morte, um grupo de cidadãos e cidadãs decidiu começar a luta em defesa dos direitos dos animais de que as touradas são uma parte do problema.

Considerando que não é aceitável que nenhum animal seja torturado para entretenimento do ser humano. Considerando que todo o acto que implique a morte de um animal, sem necessidade, é um biocídio, ou seja, um crime contra a vida (Artigo 11º da Declaração Universal dos Direitos dos Animais). Considerando ainda que os direitos dos animais devem ser defendidos pela Lei, assim como o são os direitos do homem (Artigo 14º) e por acreditarmos que a evolução cultural irá sobrepor-se à tradição e à ignorância, vimos manifestar a nossa profunda discordância com a referida pretensão e apelar para que:

1- Não sejam promovidas nem apoiadas, com recurso a dinheiros públicos, touradas à corda, nas ilhas onde tal prática não é tradição;

2- Não venham a ser legalizadas as corridas picadas e os touros de morte, por serem alheias à nossa cultura, na Região Autónoma dos Açores.

3- Seja aprovada legislação regional de protecção dos animais que tenha em consideração o disposto na legislação europeia e na Declaração Universal dos Direitos dos Animais que foi proclamada em 15 de Outubro de 1978 e aprovada pela Unesco.

Primeiros Subscritores:

Aíridas Dapkevicius (investigador-bolseiro)
Almerinda Valente (professora)
Ana Carina Ávila da Silva (consultora comercial)
André Magalhães de Barros (recém-licenciado em direito)
Aníbal Pires (professor)
António Serpa (bancário)
Artur Gil (engenheiro)
Carla Silva (bióloga)
Catarina Furtado (professora)
Cláudia Tavares (professora)
Eduardo Santos (técnico de comunicações)
Eva Lima (Geóloga)
Gabriela Mota Vieira (enfermeira)
George Hayes (professor)
Helena Primo (professora)
Herondina Meneses (professora)
Hugo Evangelista (biólogo/investigador)
Humberta Maria Ferreira de Medeiros (funcionária publica)
Isabel Albergaria (professora)
João Pacheco (professor)
João Pinto (professor)
José Andrade Melo (professor)
José Guerra (professor)
José Luís Q. Mota Vieira (aduaneiro)
José Lopes Basílio (professor)
José Pedro Medeiros (bancário)
Leonor Galhardo (bióloga)
Lubélia Travassos (secretária)
Lúcia Ventura (professora)
Luís Noronha Botelho (professor)
Lurdes Valério e Cunha (professora)
Manuel Araújo (engenheiro)
Manuel Sá Couto (professor)
Maria José Vasconcelos (professora)
Maria Manuela Borges Gonçalves do Livro (professora)
Mário Furtado (professor)
Miguel Fontes (estudante)
Nélia Melo (professora)
Olinda Costa (professora)
Patrícia Costa (professora)
Paulo Borges (professor universitário)
Pedro Albergaria Leite Pacheco (professor)
Rita Melo (bióloga)
Ricardo Nuno Espínola de Ávila (educador de infância)
Rui Soares Alcântara (professor)
Sandra Câmara (bióloga)
Sérgio Diogo Caetano (geólogo)
Teófilo Braga (professor)
Vitor Medina (professor)
Zuraida Soares (professora)

Todas as pessoas singulares ou colectivas (formais ou informais) e blogues que queiram subscrever este apelo deverão enviar um mail para este blog(terralivreacores@gmail.com) manifestando a sua intensão e indicando o nome, profissão (ou instituição a que pertence)e local de residência (no caso dos cidadãos/cidadãs) nas associações e outros colectivos deverão indicar o nome e o local.

Agradece-se a divulgação desde Apelo."

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

"Susi"

"Pudesse eu, e fecharia todos os zoológicos do mundo. Pudesse eu, e proibiria a utilização de animais nos espectáculos de circo. Não devo ser o único a pensar assim, mas arrisco o protesto, a indignação, a ira da maioria a quem encanta ver animais atrás de grades ou em espaços onde mal podem mover-se como lhes pede a sua natureza. Isto no que toca aos zoológicos. Mais deprimentes do que esses parques, só os espectáculos de circo que conseguem a proeza de tornar ridículos os patéticos cães vestidos de saias, as focas a bater palmas com as barbatanas, os cavalos empenachados, os macacos de bicicleta, os leões saltando arcos, as mulas treinadas para perseguir figurantes vestidos de preto, os elefantes mal equilibrados em esferas de metal móveis. Que é divertido, as crianças adoram, dizem os pais, os quais, para completa educação dos seus rebentos, deveriam levá-los também às sessões de treino (ou de tortura?) suportadas até à agonia pelos pobres animais, vítimas inermes da crueldade humana. Os pais também dizem que as visitas ao zoológico são altamente instrutivas. Talvez o tivessem sido no passado, e ainda assim duvido, mas hoje, graças aos inúmeros documentários sobre a vida animal que as televisões passam a toda a hora, se é educação que se pretende, ela aí está à espera.


Perguntar-se-á a que propósito vem isto, e eu respondo já. No zoológico de Barcelona há uma elefanta solitária que está morrendo de pena e das enfermidades, principalmente infecções intestinais, que mais cedo ou mais tarde atacam os animais privados de liberdade. A pena que sofre, não é difícil imaginar, é consequência da recente morte de uma outra elefanta que com a Susi (este é o nome que puseram à triste abandonada) partilhava num mais do que reduzido espaço. O chão que ela pisa é de cimento, o pior para as sensíveis patas deste animais que talvez ainda tenham na memória a macieza do solo das savanas africanas. Eu sei que o mundo tem problemas mais graves que estar agora a preocupar-se com o bem-estar de uma elefanta, mas a boa reputação de que goza Barcelona comporta obrigações, e esta, ainda que possa parecer um exagero meu, é uma delas. Cuidar de Susi, dar-lhe um fim de vida mais digno que ver-se acantonada num espaço reduzidíssimo e ter de pisar esse chão do inferno que para ela é o cimento. A quem devo apelar? À direcção do zoológico? À Câmara? À Generalitat?



P. S.: Deixo aqui uma fotografia. Tal como em Barcelona há grupos – obrigado - que têm pena de Susi, na Austrália também um ser humano se compadeceu de um marsupial vitimado pelos últimos incêndios. A fotografia não pode ser mais emocionante."

In "O Caderno de Saramago"

Quando um premiado pelo Nobel, fala assim, não há muito mais a acrescentar, a não ser que não podemos compactuar, alimentado estes negócios, pois o interesse com o bem estar e defesa destes animais é sempre a menor das preocupações...e a responsabilidade disso mesmo é de todos nós!

Circo com animais em Portugal...


"Entre as pecularidades do circo Walter Dias - antigo Circo Atlas - está, obviamente, o uso abusivo descarado (e corajoso, tendo em conta o poder da Disney para esmagar quem a rouba) do lettering da Walt Disney, concebido a partir da assinatura do próprio Disney. Mas isso é o menos, até diverte. Hoje passei pelo estaminé circense de Walter, aqui ao lado, em Carcavelos. Digamos que já é algo surreal ver um dromedário nesta zona; obsceno e trágico é ver um dromedário, em Carcavelos, tentando desesperadamente mexer-se dentro de uma jaula pouco mais que minúscula. Dizem-me que também há leões nesta situação. E sabe-se lá mais o quê.

Passar junto ao circo Walter Dias é sentirmo-nos (ainda) mais terceiro mundo. É evidente que este é apenas um caso entre muitos - o que não falta em Portugal é circos tratando animais com uma desumanidade medieval. Mas este foi o exemplo chocante pelo qual passei hoje, e que me levou a sonhar que existia mesmo um movimento revolucionário como o que Brad Pitt liderava no 12 Macacos. Vontade não falta de abrir aquelas jaulas e libertar aquela bicharada. O problema é que uns eram capazes de nos comer e os outros eram atropelados ali ao pé, na Marginal. Porquê? Precisamente porque não é suposto estes animais estarem aqui. E isso é capaz de não ser uma verdade elementar para os miúdos, o público-alvo do circo, mas deveria ser para os adultos e, por exemplo, para as empresas supostamente sofisticadas e civilizadas que, ano após ano, pactuam com esta inacreditável forma de tortura, preguiçosamente depositando a organização das suas festas de Natal, Carnaval e afins nas mãos de artistas como Walter.


O circo de Walter Dias está montado para a época Carnavalesca. A mesma época em que uma sátira ao computador Magalhães, no Carnaval de Torres Vedras, foi aplicadamente proibida, num inacreditável acto de censura sem explicação. Aparentemente, estamos num país em que, no Carnaval, há que zelar pelo bom nome de um computador - enquanto um dromedário, leões e outras criaturas se debatem com falta de espaço, frio e um treino que não deve ser nada meigo para que cumpram o que deles se espera e Walter Dias receba o dinheiro de que necessita para, eventualmente, poder pagar o dinheiro que a Disney ainda lhe vai exigir por usar a assinatura de Deus no seu arrepiante Carnivale.


Associações de defesa dos animais há várias, neste país, e fazem o que podem - enquanto são olhadas por muito boa gente como bandos de malucos sem vida que não deixam o bom entretenimento da tortura animal ser apreciado em sossego pelo povo. Mas não era suposto uma ASAE ver o que se passa aqui e fazer alguma coisa? Talvez não - até porque, se calhar, é num circo como este que acontece a festa de Natal lá dos funcionários."

Extraído do Blog de Nuno Markl

Sobre o mesmo assunto, nota da ANVETEM, no seu respectivo Blog.

"Nota da ANVETEM:

A legislação sobre a utilização de animais em circos, em Portugal, é lacónica e omissa e está, neste momento, a ser revista pela Direcção Geral de Veterinária, de acordo com as mais recentes informações a que tivemos acesso.
Os MÉDICOS VETERINÁRIOS MUNICIPAIS, como Autoridades Sanitárias Veterinárias Concelhias não têm assim, muitas vezes, base legal para actuar em situações verificadas nalguns circos em território português, do modo efectivo, imediato e eficaz que mais desejariam.
Não obstante, são efectuadas vistorias sistemáticas pelos MÉDICOS VETERINÁRIOS MUNICIPAIS, em cada Concelho, a todos os circos que aí se instalem e que utilizem animais nos seus espectáculos, seguindo o questionário elaborado e remetido a todos os Colegas pela Direcção Geral de Veterinária.
Neste, como noutros temas, a participação da população é fundamental - se souber de casos de maus-tratos de animais ou atropelos ao seu bem-estar, em circos, contacte o MÉDICO VETERINÁRIO MUNICIPAL do seu Concelho."

Este mesmo Circo, encontra-se agora perto do Oeiras Park, junto à rotunda em direcção ao Tagus Park...Lá está com todos os seus animais, que são promovidos como a atracção principal do "espectáculo"...


quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

BAZAR "PATAS ERRANTES"

A favor da esterilização, vacinação, alimentação e adopção de cães errantes e abandonados!
Bazar realizado todos os 1ºs e 3ºs Domingos do mês.

"A origem da vida"

Será isto, censura, hipocrisia, falso moralismo ou apenas ignorância!?

"O Comando da PSP de Braga justifica a apreensão dos livros com uma pintura do francês Gustave Courbet (1819-1877) com o “perigo de alteração da ordem pública” que a exposição pública da obra estava a provocar.
A polícia adianta que a confiscação dos livros não ficou a dever-se à violação de “qualquer norma do código penal”, mas às queixas dos pais de várias crianças que visitaram a feira do livro em saldo, no centro da cidade. “Tratou-se de uma medida cautelar para evitar uma alteração da ordem pública e o cometimento de outros crimes”, afirmou ao PÚBLICO o segundo-comandante da PSP Henriques Almeida, que diz ter havido “iminência de confrontos físicos” no recinto da feira. “Havia vários grupos de crianças a visitar a feira que, depois de se aperceberem da obra, arrastaram vários colegas para a verem. Os pais não gostaram da situação, começaram a ficar inquietados e pediram aos organizadores que retirassem os livros”, explica o responsável da polícia. Quanto à explicação avançada no auto de apreensão dos livros de que estes “apresentavam cenas com conteúdo pornográfico, estando os mesmos expostos ao público”, Henriques Almeida admite ter-se tratado de uma “confusão” dos agentes da PSP com o título da obra em causa (“Pornocracia” de Catherine Breillat)."

In Publico

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Esterilização de animais gratuita para munícipes carenciados

"A Câmara Municipal de Oeiras vai passar a fazer a esterilização dos animais de companhia – canídeos e felídeos - dos munícipes que demonstrem não possuir meios para custear a respectiva cirurgia, dando-se prioridade aos idosos, salvaguardando assim o constante abandono de ninhadas na via pública.

Esta medida do Executivo Camarário tem em conta, por um lado, o facto da autarquia ter competências inequívocas na defesa e protecção da saúde pública e, por outro, o conhecimento de que muitas famílias de fracos recursos económicos terem na sua posse animais de companhia, sendo que em muitos casos, nomeadamente no que se refere a pessoas de idade, estes serem a sua única companhia.
Os munícipes interessados deverão fazer prova em como os animais lhe pertencem, através da apresentação do registo e licença na Junta de Freguesia da sua área de residência.

Esta medida insere-se no âmbito do Plano Estratégico para a Gestão dos Animais de Companhia – PROJAAO (projecto de apoio ao animal de Oeiras), que se baseia no princípio de que a Autarquia deve contribuir para a construção e promoção de uma cultura de responsabilidade na gestão dos animais, procurando criar condições necessárias à tomada de consciência e mudança de atitudes em relação à forma de tratamento dos animais.

Uma das vertentes do PROJAAO é a esterilização dos animais adoptados no Canil Municipal e no Jardim Municipal de Oeiras – Projecto de Biocontrolo de Roedores. A esterilização é o procedimento que torna os animais estéreis, incapazes de produzir descendência, e é uma medida que evita o aumento."

Foto: (c) Mara Mitchell