"Se, por um instante, Deus se esquecesse de que sou uma marionete de trapo e me presenteasse com um pedaço de vida, possivelmente não diria tudo o que penso, mas, certamente, pensaria tudo o que digo."... Johnny Welch
quarta-feira, 16 de março de 2011
Esta é a história do Spark.
sexta-feira, 11 de março de 2011
Se eu tivesse coragem...
quinta-feira, 10 de março de 2011
quarta-feira, 9 de março de 2011
Companheiros de viagem.
terça-feira, 8 de março de 2011
E assim o Homem se fez soberano...
segunda-feira, 7 de março de 2011
Estados de alma...
domingo, 6 de março de 2011
Quando me amei de verdade.
compreendi que em qualquer circunstância,
eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exacto.
E, então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que a minha angústia,
meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que
estou indo contra as minhas verdades.
Hoje sei que isso é... Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a
minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de... Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é
ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é... Respeito.
Quando me amei de verdade, comecei a ver-me livre de tudo
que não fosse saudável ... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo.
De início, minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama... Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projectos megalómanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é... Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer ter sempre razão e, com isso, errei muito menos vezes.
Hoje descobri a... Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo
o passado e de me preocupar com o Futuro. Agora, mantenho-me no
presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que a minha mente
me pode atormentar e me decepcionar. Mas quando eu a coloco ao serviço do meu coração, ela torna-se uma grande e valiosa aliada.
sexta-feira, 4 de março de 2011
Fragmentos...
(Adaptado B.P.T)
quinta-feira, 3 de março de 2011
O Presente sem passado nem futuro.
O meu passado é tudo quanto não consegui ser. Nem as sensações de momentos idos me são saudosas: o que se sente exige o momento; passado este, há um virar de página e a história continua, mas não o texto.
quarta-feira, 2 de março de 2011
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
O amor é uma coisa, a vida é outra.
domingo, 27 de fevereiro de 2011
No ruído do silêncio...
não me perco,
traço pontos entre linhas imaginárias,
os pontos reais,
os pensamentos incorpóreos,
e entre um ponto e outro
anoto as variantes de silêncio que percebo:
o silêncio do vento parado,
o silêncio do ar respirado,
o silêncio do meu coração,
o silêncio da minha alma.
Pedro Faria Lopes
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Ausência.
a tua ausência dói-me.
Refiro-me a essa dor que não magoa, que se limita à alma;
mas que não deixa, por isso,
de deixar alguns sinais -
um peso nos olhos, no lugar da tua imagem, e um vazio nas mãos.
Como se as tuas mãos lhes tivessem roubado o tacto.
São estas as formas do amor,
podia dizer-te; e acrescentar que as coisas simples
também podem ser complicadas,
quando nos damos conta da diferença entre
o sonho e a realidade.
Porém, é o sonho que me traz a tua memória;
e a realidade aproxima-me de ti,
agora que os dias correm mais depressa,
e as palavras ficam presas numa refracção de instantes,
quando a tua voz me chama de dentro de mim -
e me faz responder-te uma coisa simples,
como dizer que a tua ausência me dói.
Nuno Júdice
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Boas notícias para a protecção de animais em Portugal.
- que o Governo seja activo na promoção de uma política de não abate, reforçando a fiscalização e licenciamento dos centros de recolha oficiais, prevendo meios para a sua capacitação em termos de condições de alojamento e tratamentos médico-veterinários, promovendo a esterilização dos animais errantes recolhidos como método eficaz do controlo das populações, em especial dos não reclamados nos prazos legais.
- que os animais a cargo de associações de protecção dos animais ou de detentores em incapacidade económica possam aceder a tratamentos médico-veterinários, nomeadamente a prática de esterilização, a preços simbólicos, nos centros de recolha oficiais.
- o lançamento de campanhas de sensibilização contra o abandono dos animais e de promoção da adopção responsável, além da correcção das falhas existentes ao nível dos sistemas de registo dos animais, como é o caso do SICAFE, e a adequada articulação entre as bases de dados existentes.
- a promoção de programas RED (Recolha, Esterilização e Devolução) em colónias de animais de rua estabilizadas, instituindo-se o conceito de “cão ou gato comunitário” que garanta a protecção legal dos animais que são cuidados num espaço ou numa via pública limitada cuja guarda, detenção, alimentação e cuidados médico-veterinários são assegurados por uma parte de uma comunidade local de moradores."
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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
movies and words...
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Solidão...
Solidão não é a falta de gente para conversar, namorar, passear ou fazer sexo... Isto é carência!Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar... Isto é saudade!
Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe, às vezes para realinhar os pensamentos... Isto é equilíbrio!
Solidão não é o claustro involuntário que o destino nos impõe compulsivamente... Isto é um princípio da natureza!
Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado... Isto é circunstância!
Solidão é muito mais do que isto...
Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão pela nossa alma.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Há dias assim...
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
A vida aos pedaços…
Mudei de casa muitas vezes. Vivi numa casa velha, com paredes grossas e tectos de estuque, e num T1, que me pareceu a porta da liberdade. Fui através da imaginação aos locais mais incríveis que possam calcular. Viajei incessantemente por Portugal e não só. Não fiz sky, bungeejumping nem surf, ainda. Li muitos livros e melhorei o meu francês. Criei um blog.
Apaixonei-me várias vezes. Por muitas coisas e por algumas pessoas. Desiludi-me mais do que o que queria. Fiz alguns amigos… Perdi uns poucos. Para sempre. Tive já algumas ameaças de ser processada, já insultei e fui insultada em nome dos direitos dos animais. Não consegui comprar aquilo que mais desejava. Fiz muitas asneiras das quais não me arrependo e fiz uma que não voltaria a fazer. Alterei o meu rumo profissional, que espero de forma definitiva. Ainda não aprendi a amar-me nem a valorizar-me como deve ser. Tive um cão, vários cães, para mim os meus melhores amigos de sempre. Perdi os meus avós maternos. Participei em manifestações. Cometi o maior erro da minha vida e sofri demasiado com ele. Estive muito, muito doente e fiquei boa. Plantei no jardim as minhas flores. Chorei muito e ri ainda mais. Saí de casa dos meus pais, mas continua a ser a minha casa. Fiz mais de 300.000 km de carro. Quase emigrei. Aprendi a cozinhar pratos vegetarianos. Desenvolvi o meu fascínio pela fotografia. Aprendi a gerir o meu próprio dinheiro. Aprendi a merecê-lo. Fui tia e madrinha pela primeira vez. Deixei morrer a roseira branca do quintal e consegui manter a orquídea em flor durante um ano. Percebi o que é realmente importante.
Experimentei muitas coisas só para ter o prazer de as sentir. Perdi a cabeça vezes sem conta. Menti. Fui inocente. Fui crédula. Vi a minha família desmoronar-se de dor e eu com ela. Percebi que há amigos que são muito mais sólidos e importantes que alguma família. Enganei-me. Iludi-me. Cresci, continuo a crescer. Já passei por momentos de algum sofrimento, já me senti a morrer de dores na alma. Dei-me de alma e coração e fui roubada. Nunca me fizeram mal. Despedi-me de gente até nunca mais. Realizei alguns dos meus sonhos. Tornei-me dependente da natureza e de interagir com ela… Continuo a gostar de cinema e de teatro. Adoro ler, muito, sempre. Passei a saber o que é viver com o coração fora do corpo. A música mantém-se o meu maior vício e os concertos ao vivo a minha mais deliciosa carência. Senti falta de gente, lugares e emoções. Percebi que a água é o meu elemento natural. Deslumbrei-me com paisagens e defini onde um dia desejo morrer. Saboreei o mais ensurdecedor dos silêncios e fiquei extasiada com a sensação. Reforcei convicções, lutas, dúvidas e incertezas, umas efémeras outras eternas… Envolvi-me nas mais deliciosas conversas sobre o mistério que é a vida… E assim, vou continuando a caminhar...
domingo, 20 de fevereiro de 2011
movies and words...
Jesse: Um, do you believe in reincarnation? Céline: Yeah, yeah, it’s interesting.
Jesse: Most people, you know, a lot of people talk about the past lives, and things like that, you know, and even if they don’t believe in it in some specific way, you know, people have some kind of notion of an eternal soul, right?
Céline: Yeah.
Jesse: Okay. Well, this is my thought. Fifty thousand years ago, there are not even a million people on the planet. Ten thousand years ago, there’s like two million people on the planet. Now, there’s between five and six billion people on the planet, right? Now, if we all have our own, like, individual, unique soul, right, where do they all come from? Are modern souls only a fraction of the original souls?. Because if they are, that represents a five thousand-to-one split of each soul in just the last fifty thousand years, which is like a blip in the earth’s time. You know, so, at best, we’re like these tiny fractions of people, you know, walking… I mean, is that why we’re all so scattered? You know, is that why we’re all so specialized?
Céline: Wait a minute, I’m not sure I…I don’t….
Jesse: Hang on, I know, I know, its a totally scattered thought, which is kind of why it makes sense.














