"Se, por um instante, Deus se esquecesse de que sou uma marionete de trapo e me presenteasse com um pedaço de vida, possivelmente não diria tudo o que penso, mas, certamente, pensaria
tudo o que digo."...
Johnny Welch
"Este filme faz uma descrição falsa perigosa dos lobos.
Está para ser lançado o filme The GREY, em que os lobos, são retratados como predadores, comedores de homens, agressivos, demónios que caminham sobre a Terra (o diretor/autor do "roteiro" retratou os lobos com todos os atributos malignos dos humanos ...)
O lobo é o animal mais perseguidos na Terra, em grande parte baseado em contos de fadas, lendas, mentiras e vender o medo. O filme The Grey vai fazer por lobos exatamente o que o JAWS filme fez para os tubarões; aumentar o medo e a morte desses animais. O Lobo Cinzento está a ser massacrados nos EUA agora, e este filme sem um aviso, só vai fortalecer o medo infundado e ódio pelos lobos." (...)
É tão bom ter a melhor ideia da vida. Mesmo que se tenha três ou quatro vezes por semana a melhor ideia da vida, é tão bom de cada vez que acontece. Ao encontrar-se um novo sentido, é o mundo todo que renasce. Uma boa ideia carrega em si o tamanho do mundo, uma espécie de felicidade incandescente.
A explosão de um fósforo: a ideia inicia-se num ponto. Existe um mistério essencial nesse instante que separa o nada de qualquer coisa. O nada é transparente, pode ser atravessado por gestos e preenchido. A ideia é qualquer coisa e, por isso, fascina, cativa a atenção, como as lareiras das manhãs de inverno. A ideia ateia-se, expande-se através do sentido. Uma ideia pode incendiar o mundo inteiro. Os exemplos são tantos, é desnecessário enumerá-los. As ideias são fogo, fazem corar as faces. Quando se tenta contar uma ideia, luta-se com os limites das palavras. Nesse momento, a esperança é que o outro se possa inclinar nas janelas dos nossos olhos e, descobrindo-se no alto de uma torre, possa ver tudo o que contêm, horizonte, distância.
Então, pode muito bem acontecer que o outro fique a olhar com o rosto impassível, anestesiado, pálpebras semidescaídas, até ao momento em que, perante o silêncio e a obrigação de se pronunciar, diz: não, acho que não vai correr bem. Nesse momento, há algo que nos é roubado. Perdemos as chaves de casa, estamos, de repente, numa cidade estrangeira, deixamos de saber quem somos. Nesse momento, há uma reação térmica, fogo versus gelo, e há um desapontamento sem direção. Não sabemos se estamos dececionados com o outro por não ter conseguido compreender o alcance da ideia que tentámos descrever, ou se estamos dececionados connosco próprios por não termos sido capazes de descrevê-la, ou se estamos dececionados com a ideia por não ser à prova de descrença. É como se perdêssemos para sempre algo insubstituível, um par de botões de punho que passaram de geração em geração.
Este é o momento de dizer a esses pessimistas disfarçados de prudentes, de racionais ou de razoáveis, que não. Dizemos não ao não deles. Quando nunca se tentou contradizê-los, parece difícil. As primeiras tentativas de resposta, magoadas, escorregam nas paredes da sua intransigência. Mas a prática demonstra que é incrivelmente fácil resistir-lhes, basta deixar que a sua descrença nos atravesse, basta transformá-la em silêncio, subtrair com uma seringa invisível todo o sentido à sua descrença, basta não acreditar nela. A sua deceção total e permanente para com o mundo não nos arrastará.
Além disso, o impossível deles, aquilo a que chamam "impossível" é a matéria a que aspiramos. Temos fome desse impossível e é nele que exercemos a nossa ação. Antes de serem possíveis, os telefones, os aviões ou os telecomandos eram impossíveis. Como é que alguém pode acreditar que duas pessoas sejam capazes de falar e ouvir-se a milhares de quilómetros de distância? Como é que alguém pode acreditar que máquinas a pesarem toneladas levantem voo carregadas de pessoas e atravessem oceanos? Como é que alguém pode acreditar que se possa apontar uma pequena caixa de plástico para um retângulo e, carregando em pequenos botões, se mude imagens em movimento na superfície desse retângulo, escolhendo entre dezenas de alternativas, que chegam por cabos enterrados no chão?
O impossível de antes sempre foi possível, apenas não tinha acontecido que alguém tivesse sido capaz de chegar até ele. Faltava a quantidade de pessoas que acreditaram, que perseguiram o filão até o demonstrarem e construírem. O mesmo acontece com o impossível de agora. O impossível de agora não deve ser muito diferente do impossível de antes. Por sua vez, o impossível mesmo impossível existia num e continua a existir no outro, mas como não pode ser distinguido do impossível que será possível no futuro, a hipótese mais criadora, aquela que propõe mais esperança é a que considera que tudo o que formos capazes de imaginar poderá ser materializado. Ou seja, todo o impossível poderá vir a ser possível. Assim, não há nenhum motivo para fazer cara de peido e dizer: não, acho que não vai correr bem. Em primeiro lugar, porque a imaginação expande o mundo, ou expande aquilo que somos capazes de ver nele, o que é a mesma coisa. Em segundo lugar porque é muito provável que o "correr mal" deles seja o nosso "correr bem".
(...) - Após uma inicial onda de apoio e compartilhamento da campanha viral "Kony 2012" - que na manhã desta quinta-feira já tinha alcançado mais de 26 milhões de acessos no YouTube -, que pretende tornar notórios os crimes do líder terrorista Joseph Kony e levá-lo à Justiça, aumenta o número de internautas que postam críticas à ONG americana que idealizou e promove a iniciativa, a Invisible Children, levando a organização a colocar uma resposta na internet.
Diversos blogs e jornais estrangeiros voltaram os olhos para as táticas da IC para lidar com o chefe do Exército da Resistência do Senhor (ERS). Um dos principais blogs a alavancar a anticampanha é o Visible Children, criado por Grant Oyston, um estudante de sociologia canadense.
De acordo com números postados pelos críticos da Invisible Children, grande parte do dinheiro arrecadado pela organização foi usado para pagar as despesas de viagem da equipe, suas remunerações e os custos dos filmes que realizam - e acabam resultando em mais dinheiro para a ONG, a exemplo de "Kony 2012". Apenas 32% teriam sido gastos para serviços efetivos.
Junto com a multiplicação do vídeo e com o pedido para que cartazes sejam espalhados ao redor do mundo no dia 20 de abril, a Invisible Children, fundada em 2003 na Califórnia por três amigos, também pede ajuda em uma campanha de arrecadação de verba e tem a sua própria loja virtual para alavancar o recolhimento de dinheiro.
A ONG, porém, não permite que suas contas sejam independentemente auditadas, o que lhe rendeu apenas duas estrelas em quatro possíveis sobre sua contabilidade em uma avaliação feita pela Charity Navigator. A organização justifica o desempenho dizendo que tem apenas quatro dos cinco membros independentes de seu quadro diretor que votam na análise.
Diretores rebatem críticas no site da ONG
Além disso, os internautas atentam para o fato de a prisão ou morte de Kony não ser capaz de acabar com o problema que ele criou na África Central, já que suas ideias foram disseminadas e seus seguidores as obedecem como se realmente fossem leis sagradas - Kony diz ser um porta-voz divino. O ideal seria combater o caso de forma abrangente, para modificar a realidade da população de Uganda e dos países em que o líder do ERS atua.
Segundo críticos, a ONG teria ligações próximas com o presidente de Uganda, Yoweri Museveni, que comanda um Exército também acusado de abusos aos direitos humanos. Apesar de a resposta oficial do site afirmar que nenhum dinheiro da IC vai para o governo ugandense e que não apoia os abusos cometidos pela Presidência e seu Exército, os próprios diretores admitem as falhas:
"Há um enorme problema com a corrupção política na África. Se tivermos a pureza de dizer que não vamos fazer parcerias com nenhum corrupto, não vamos fazer parcerias com ninguém", afirmou Jedediah Jenkins, diretor de desenvolvimento da Invisible Children, ao Blog Post, do jornal "Washington Post", numa espécie de mea culpa.
Por causa da chuva de críticas, a Invisible Children postou uma resposta em seu site, em que afirma que tem três campos de atuação: documentação, campanhas e ações diretas em Uganda. Segundo a ONG, cada campo recebe um terço de sua verba.
Jason Russell também diz que a foto que circula na web, dos três fundadores da ONG com armas pesadas na mão, ao lado de soldados do Exército de Libertação do Povo Sudanês, foi feita em um dos campos do Exército de Kony em 2008, enquanto eles tentavam um contato com o líder terrorista. Segundo ele, a foto era uma piada sobre sua atuação na luta pela paz, que seria mostrada para familiares e amigos. "A ironia sobre essa foto é que eu ODEIO armas. Sempre odiei", diz Jason.
A Visible Children também atenta para o fato de a IC defender uma intervenção militar, o que poderia resultar na morte de várias crianças que estão sob o poder de Kony. Ele não é visto em público desde 2006, logo após ter sido incluído na lista de acusados de crimes contra a Humanidade do Tribunal Penal Internacional. Acredita-se que ele não esteja em Uganda no momento.
Alguns usuários do Twitter também criticam a postura dos internautas que compartilham a campanha. Os ataques miram principalmente no ativismo virtual (tão criticado desde que protestos se tornaram muito mais comuns nas redes sociais do que nas ruas), na inércia em que as pessoas estavam há mais de duas décadas (Kony promove suas ações há 26 anos) e até no desconhecimento sobre a situação de Uganda e de outros países da África Central. Um tweet que fez sucesso entre os críticos diz "Antes de você me dizer o quão ativista pelo #stopKony e #Kony2012 você é, se importaria de fazer isso?" e, ao clicar no link, uma imagem convida o internauta a apontar Uganda em um mapa da África.
Publicado em - "Agência O Globo".
A propósito deste tema recomendo o filme - "Machine Gun Preacher"
A minha saudade tem o mar aprisionado na sua teia de datas e lugares. É uma matéria vibrátil e nostálgica que não consigo tocar sem receio, porque queima os dedos, porque fere os lábios, porque dilacera os olhos. E não me venham dizer que é inocente, passiva e benigna porque não posso acreditar. A minha saudade tem mulheres agarradas ao pescoço dos que partem, crianças a brincarem nos passeios, amantes ocultando-se nas sebes, soldados execrando guerras.
Pode ser uma casa ou uma rede das que não prendem pássaros nem peixes, das que têm malhas largas para deixar passar o vento e a pressa das ondas no corpo da areia. Seria hipócrita se dissesse que esta saudade não me vem à boca com o sabor a fogo das coisas incumpridas. Imagino-a distante e extinta, e contudo cresce em mim como um distúrbio da paixão.
(...) "Cientistas sugerem que estes seres são tão brilhantes que devem ser tratados como “pessoas não humanas“. Estudos sobre o comportamente dos golfinhos relevaram a similitude de suas comunicações à dos seres humanos, ultrapassando à dos chimpanzés.
Isto foi respaldado por pesquisas anatômicas que mostram que os cérebros dos golfinhos têm muitas características chaves associadas com uma alta inteligência.
Os pesquisadores sustentam que seus estudos demonstram que é moralmente inaceitável manter estes animais inteligentes em parques de atrações, matá-los para comer, ou que estes tenham que morrer por acidentes de pesca. Cerca de 300 mil baleias, golfinhos e botos morrem desta maneira a cada ano."(...)
A detenção de Erwin Vermeulen pretendia intimidar-nos para que abandonássemos Taiji”, povoado pesqueiro onde os golfinhos são encurralados para serem mortos em massa, denunciou Scott West, diretor de pesquisas da organização norte-americana Sea Shepherd Conservation Society (SSCS). “Contudo, o efeito foi contrário, mais voluntários estão a inscrever-se para participar de nossas atividades contra a matança de golfinhos e baleias”, disse West.(...)
Entre as razões para defender o fim da ingestão de carnes, os vegetarianos apresentam uma apoiada na história de nossa espécie: o consumo desse item não é mais vital ao ser humano, como foi para nossos ancestrais. Não estão errados ao apresentar esse argumento. Cabe lembrar, contudo, que a carne de fato teve papel fundamental na evolução.
O consumo dos produtos de origem animal pode ter contribuído para o crescimento acelerado da massa cerebral humana, devido à grande quantidade de nutrientes e proteínas encontrada ali, explica Rui Murrieta, professor de antropologia do Departamento de Genética e Biologia Evolutiva do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP). A dieta dos antigos não era exclusivamente carnívora: a alimentação era mais parecida com a dos grandes macacos, que comiam frutas, tubérculos e sementes. "A carne era um complemento à alimentação diária, obtida por meio da rapinagem (apropriação da caça de outros predadores) ou da caça de pequenos animais", diz.
Murrieta explica que a carne não é mais indispensável à espécie porque, atualmente, podemos obter uma alimentação rica em proteína a partir de outras fontes. "Nossos ancestrais distantes não sabiam plantar, não tinham conhecimento e nem recursos para obter proteína e nutrientes necessários: até 10.000 ou 12.000 anos atrás, antes da revolução agrícola, éramos caçadores e coletores", conta o professor.
O homem possui um sistema digestivo onívoro - um modelo que se localiza entre o do leão e o da vaca, em termos evolutivos -, capaz de digerir a carne com muita eficiência. Por outro lado, ele é capaz de se adaptar facilmente a uma dieta vegetariana.
Prazeres da carne - Não é possível precisar o momento exato em que o homem passou a ingerir carne, diz a antropologia. Porém, é provável que nossos ancestrais tenham começado a consumir o produto há pelo menos dois milhões de anos. As ferramentas usadas na época, descobertas por escavações arqueológicas, deixam claro que era possível esmagar ossos e aproveitar o tutano - substância de alta concentração de gordura encontrada dentro dos ossos e rica em nutrientes.
"Mesmo sem esse tipo de ferramenta, é possível que nossos ancestrais já tivessem carne em suas dietas há 4 ou 5 milhões de anos", afirma Murrieta. "Os babuínos, por exemplo, caçavam sem uso de pedra. A ferramenta seria utilizada para esmagar os ossos e consumir o tutano, mas não precisava ser necessariamente lascada", relata. Outra informação importante que vem do passado e sugere que a carne fazia parte do prato na Pré-história: nossos ancestrais possuíam muito mais força no aparato dentário, o que facilitava a mordida e não exigia necessariamente o corte.
O PAN acaba de lançar uma petição pela substituição da experimentação animal por alternativas, com a qual pretende levar este importantíssimo assunto à Assembleia da República. A utilização de modelos animais na investigação é cruel, desnecessária, perigosa e ultrapassada: ajude-nos a fazer dela uma coisa do passado em Portugal! Assine e divulgue clicando aqui!
Retirado do site do Pan - Partido pelos Animais e pela Natureza.
(...) Lek does many fantastic things for the elephants in Thailand - she provides a safe home and refuge for abused elephants, she is trying to stop the elephant trafficking trade and she's trying to re-educate locals about elephant treatment. She is an amazing woman and I hope she is not put into jail simply for fighting for elephant rights. She is not a criminal and should not be treated like one!"(...)
- Maria Elena: You're still searching for me in every woman.
Juan Antonio: That is not true, Maria Elena. I was in Oviedo some weeks ago with a woman who was the antithesis of you. An American, and something beautiful happened with her. So you're mistaken.
Maria Elena: You'll always seek to duplicate what we had. You know it.
(...) “Não existe espaço na nossa sociedade para animais selvagens usados para entretenimento nos circos. Os animais selvagens merecem o nosso respeito”, disse o ministro com a pasta do Bem-estar Animal, Lord Taylor, em comunicado.(...)
Este foi um e.mail (escrito por uma responsável de uma associação de protecção animal em Portugal) que recebi reenviado e que publico, por achar extremamente importante esta informação...Para se confirmar, o que é dito, é uma questão de se pesquisar a legislação portuguesa neste âmbito.
(...)"Não há nenhuma lei nem decreto-lei que proíba alimentar animais em espaços públicos. Há é regulamentos e posturas camarárias, de muitos municípios que proíbem alimentar animais em espaços públicos e temos que lutar contra elas. Se eles não criam centros de recolha com condições para os animais errantes serem acolhidos com dignidade, nem aplicam as coimas que devem aplicar a quem os abandona, não podem impôr à população que não alimente animais famintos. Isso traduz-se numa brutal violência psicológica contra os cidadãos com sentimentos e princípios éticos. Deviamos era juntar-nos todos e propôr uma acção popular contra as Câmaras que proibem a alimentação de animais errantes e todas aquelas que têm canis de abate onde os animais, antes de abatidos, têm que sofrer horrores, o que também se traduz na violação dos sentimentos éticos dos cidadãos que presenciam tal sofrimento. Já que para eles os animais não representam coisa nenhuma, então temos que ir pela violação dos direitos dos cidadãos eticamente bem formados, aos quais é infligido, diariamente, um enorme sofrimento psicológico por terem que lidar com tanta crueldade contra os animais. Para além do mais, não alimentar animais famintos é um péssimo exemplo para as nossas crianças e jovens e só serve para perpetuar a falta de cultura do nosso povo relativamente ao sofrimento dos animais. Se conseguirmos um bom advogado pro bono que queira avançar com uma acção contra as Câmaras e para o Tribunal das comunidades, por incumprimento da Convenção Europeia de Protecção dos Animais de Companhia, eu estou à disposição para ajudar na fundamentação jurídica.
O nosso Direito é péssimo, mas nós nem esse exigimos que seja cumprido. Não defendemos sequer os nossos direitos. Esta é a triste realidade ..."
"O livro "Unlikely Friendships" (Amizades improváveis, na versão em português) mostra animais de espécies diferentes que foram flagrados em momentos de "amizade".
As 47 histórias compiladas pela escritora da National Geographic Jennifer S. Holland, especializada em ciência e história natural, mostram desde casos conhecidos, como o da gorila americana Koko e seu gato de estimação All Ball, até outros mais recentes.
A autora diz que, em alguns dos casos, o comportamento dos animais pode ser explicado pelos benefícios que eles ganham com a companhia de outras espécies." (...)
...Pelos vistos as denúncias à Comissão Europeia, funcionam...ao contrário do que acontece, com as mesmas, apresentadas junto das nossas autoridades. Como é usual, para as nossas autoridades o relatório está errado e é tudo um paraíso...
(...)"Em geral, diz o relatório, os zoos portugueses “não parecem dar um contributo significativo para a conservação das espécies”. No que se refere à segurança, no Zoo da Maia e no Europaradise não havia barreiras exteriores para impedir a fuga de animais. No Zoo de Lisboa foram mesmo observadas ratazanas à solta – uma situação que a instituição confirmou ao i, mas que é atribuída “aos esgotos da Câmara de Lisboa”, que já terá sido “alertada” para resolver o problema. A investigação mostra que há animais, em alguns casos selvagens, a “vaguear” pelos zoos e que quase todos os espaços encorajam os visitantes a tocar nos animais. “O que pode pôr em risco a saúde e o bem-estar do público.” No Zoo da Lourosa e no Europaradise, por exemplo, é permitido o contacto com casuares – aves de grande porte que podem ser agressivas. “Os parques devem ser obrigados a assumir uma responsabilidade muito maior na segurança do visitante”, recomenda a Born Free, que dá ainda nota negativa à generalidade dos espectáculos com animais apresentados ao público, por não mostrarem o “estado natural” das espécies. O relatório vai mais longe e diz que é necessária “uma investigação profunda”, por parte da DGV, “sobre se os delfinários do Zoo de Lisboa e do Zoomarine têm condições para atender aos requisitos da lei”." (...)
Quando vão os nossos governantes perceber que a questão da defesa dos direitos dos animais e o seu bem estar, é cada vez mais relevante para a sociedade em geral. Também constitui uma prioridade!
O movimento pela Abolição das Touradas em Portugal continua em 1º lugar ! Vamos dar voz a quem a não tem! [Público 16/01/2012]
Em 2008 li este texto e comovi-me, fiquei a desejar que o meu país também assim tratasse os seus animais...continuo a sonhar e a acreditar que um dia chegaremos a este grau de evolução humana. Por isso republico.
Shelterkoln - O típico canil "municipal"/abrigo para animais na Alemanha, neste blog é descrita na primeira pessoa as condições físicas e funcionamento de um canil num país onde as leis protegem e respeitam a existência natural de um animal (errante)...
"O nívelcivilizacional de um povomede-se pela formacomo este trata os animais." - Gandhi